estrelas jovens e pilares cósmicos de gás e poeira

estrelas jovens e pilares cósmicos de gás e poeira

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Nasa anuncia descoberta de 'sistema planetário' em estrela similar ao Sol


Nasa anuncia descoberta de 'sistema 



planetário' em estrela similar ao Sol



Astro luminoso tem seis pequenos planetas ao seu redor.
Sonda Kepler foi a responsável pelo achado.

A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou nesta quarta-feira (2) a descoberta de seis planetas fora do Sistema Solar, localizados nas proximidades de uma estrela chamada Kepler-11. O nome vem da sonda responsável por detectar a estrela - muito parecida com o nosso Sol e a 2.000 anos-luz de distância da Terra.
Este é o sistema com mais planetas - com exceção do próprio Sistema Solar - já descoberto por astrônomos. Todos os seis planetas possuem densidade menor que a da Terra, um dado que permite a análise da composição dos astros. Cinco deles giram ao redor de Kepler-11 em menos de 50 dias e possuem massas de 2,3 a 13,5 vezes maior que a do nosso planeta. O sexto exoplaneta não teve seu peso determinado e sua órbita é mais longa, durando 118 dias.
Kepler 11 exoplanetas cRepresentação divulgada pela Nasa de Kepler 11 e seus seis planetas. (Crédito: Tim Pyle / Nasa)

Os tamanhos e órbitas dos exoplanetas foram determinados por especialistas da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. Esses dados serão relatados na edição da primeira semana de fevereiro da publicação científica "Nature".
A sonda Kepler foi lançada em 6 de março de 2009, com o objetivo de procurar planetas fora do Sistema Solar, especialmente aqueles nos quais as condições de vida poderiam ser desenvolver. A pesquisa é feita em uma região próxima à constelação de Cisne. Para isso, normalmente os astros precisam estar em uma região em relação a estrela que orbitam conhecida como "zona habitável" (goldilocks, em inglês) - sob esta condição, os planetas poderiam ter água líquida em sua superfície.
Atualmente, a busca por planetas fora do Sistema Solar, iniciada com a descoberta do primeiro em 1992, já rendeu mais de 500 novos astros.Coletiva da Nasa .Uma coletiva de imprensa foi convocada pela Nasa na tarde desta quarta-feira (2) para comentar os dados obtidos pela sonda Kepler. Participaram os membros da missão Douglas Hudgins, William Boruchi e Jack Lissauer, além da professora de astronomia da Universidade Yale, Debra Fischer.

Segundo Douglas Hudgins, a descoberta de um planeta do tamanho da Terra levará tempo. Já William Boruchi afirmou que os astrônomos já trabalham com candidatos a planetas menores que a Terra, com diâmetros similares ao de Marte, porém ainda não confirmados.
Kepler 11 exoplanetas eRepresentação mostra diâmetro do sistema planetário Kepler-11. (Crédito: Tim Pyle / Nasa)
Desde o início das investigações da missão Kepler, foram descobertos 68 candidatos a planetas do tamanho da Terra, 288 maiores que o nosso planeta, 662 planetas com o tamanho de Netuno, 165 com a dimensão de Júpiter e 19 maiores que o maior planeta do Sistema Solar.
A grande parte deles não foi confirmada, já que a detecção é baseada em oscilações nas estrelas observadas pela sonda. Estas interferências podem ser fruto de outras fontes, diferentes de planetas.

Cientistas criam método para dizer se exoplaneta pode abrigar vida


Cientistas criam método para dizer se exoplaneta pode abrigar vida

Grupo de astrobiólogos criou dois índices para avaliar os novos 'mundos'.
Detalhes da metodologia serão explicados em artigo em revista científica.



Um grupo de pesquisadores internacional divulgou nesta segunda-feira (21) o primeiro método de análise de exoplanetas para dizer se eles podem ou não abrigar vida. Detalhes do estudo serão conhecidos na edição de dezembro da revista científica "Astrobiology" (astrobiologia, em inglês).
Atualmente, o número de exoplanetas conhecidos está em 600. A missão espacial Kepler, da Nasa, encontrou 1,2 mil candidatos a exoplanetas em 2011 por meio de interferências na luz que vem de estrelas. Estes possíveis mundos fora do Sistema Solar ainda deverão ser confirmados.
Com cientistas da agência espacial norte-americana (Nasa), do Centro Espacial alemão e do projeto SETI - que busca por sinais de vida inteligente fora da Terra, o artigo defende que a procura deve se basear em duas questões: se as condições encontradas na Terra podem existir em outros planetas e se o ambiente nesses mundos pode abrigar formas de vida diferentes das terrestres.
Para isso, eles criaram dois índices, que avaliam as condições de um exoplaneta para abrigar vida extraterrestre. O primeiro deles se chama Índice de Similaridade Terrestre (ESI, na sigla em inglês) e classifica mundos parecidos com o nosso. Já o outro é o Índice de Habitabilidade Planetária (PHI, na sigla em inglês), que avalia parâmetros químicos e físicos que poderiam dar origem a formas "menos" terrestres de vida em exoplanetas.
Ilustração de um exoplaneta com luzes artificiais (Foto: David A. Aguilar (CfA))Ilustração de um exoplaneta com luzes artificiais (Foto: David A. Aguilar (CfA))
Como o número de exoplanetas revelados não para de crescer, o interesse dos astrônomos começa a se voltar mais para aqueles que possam reunir conduições parecidas com as da Terra: presença de atmosfera, água líquida na superfície e uma temperatura amena.
Normalmente, mundos fora do Sistema Solar com essas condições encontram-se a distâncias convenientes em relação às estrelas que orbitam. Essa distância ideal é conhecida como região de "goldilocks".
Mas os cientistas não querem se limitar a pesquisar apenas locais que tenham ambientes parecidos com o da Terra. Eles consideram que esta atitude seria uma "limitação" das possibilidades de estudos sobre exoplanetas e vida fora da Terra.
Eles citam o exemplo de Titã, a maior das luas de Saturno, que possui lagos com hidrocarbonetos que poderiam abrigar formas diferentes de vida. Eles também não descartam as chances de vida em exoplanetas sem estrelas ao seu redor.

sábado, 19 de novembro de 2011

Cientistas dos EUA afirmam ter criado o metal mais leve do mundo



Cientistas dos EUA afirmam ter criado  o metal mais leve do mundo

Material é cerca de 100 vezes mais leve que o isopor, segundo eles.
Ele pousa sobre dente-de-leão sem provocar danos.



Cientistas da Universidade da Califórnia afirmam ter criado um metal mais leve do mundo. Isso seria possível porque a estrutura é composta por 99,99% de ar a apenas 0,01% de material sólido. O estudo foi publicado na revista Science nesta sexta-feira (18).
 "O truque foi fabricar uma rede interligada de tubos ocos com uma parede de espessura mil vezes mais fina que um cabelo humano", explica o autor do estudo, Tobias Schaedler, citado pela BBC News.
William Carter, estudioso responsável pela pesquisa, comparou o novo material a grande estruturas de baixa densidade. 
A imagem divulgada pelos cientistas mostra o metal sobre um dente-de-leão para provar sua leveza 
A imagem divulgada pelos cientistas mostra o metal sobre um dente-de-leão para provar sua leveza 
"Os edifícios modernos, como, por exemplo, a Torre Eiffel ou a Golden Bridge são incrivelmente leves e eficientes devido à sua arquitetura", exemplificou.
De acordo com nota divulgada pelos próprios pesquisadores o produto é 100 vezes mais leve do que o isopor. O material, afirmam, seria capaz de se recuperar após sofrer compressão superior a 50% de tensão e uma capacidade de absorção de energia extremamente alta.
        Com certeza isso vai provocar uma verdadeira revolução na industria nos próximos anos principalmente na fabricação de aviões pois agora eles poderiam ser bem mais leves mas isso  será possível nos próximos anos, não podemos esperar uma mudança imediata pois como todos sabem o primeiro e mais importante passo  foi dado: a descoberta, agora resta apenas descobrir e estudar meios de aplica-lo na pratica.



































Vulcão pode criar nova ilha nas Canárias


Vulcão submarino pode criar nova ilha nas Canárias


Segundo especialistas, o vulcão está a apenas 70 metros da superfície

por Redação Galileu
Editora Globo
Imagem: Involcan

Cientistas que estão estudando um vulcão submarino em erupção próximo à ilha de El Hierro, pertencente ao arquipélago das Canárias, na Espanha, acreditam que ele está a apenas 70 metros da superfície e, provavelmente, pode criar uma nova terra.

Uma agitação geológica está ocorrendo no arquipélago espanhol, o que acabou causando jatos de água de mais de 20 metros além da superfície do oceano. Moradores disseram ainda ter visto pedras sendo atiradas para fora do mar. A água na região do vulcão, segundo medições de pesquisadores, está significativamente mais quente que a circundante.

Desde julho deste ano, mais de 10 mil pequenos terremotos abalaram a ilha de El Hierro; e desde outubro, eles ficaram expressivamente mais fortes, com alguns ultrapassando o grau 4 na escala Richter. O instituto de vulcanologia das Ilhas Canárias,Ivocan, relatou um aumento de três vezes nos níveis de dióxido de carbono no local.

No momento, porém, não há risco imediato de uma erupção grandiosa na superfície. Ainda assim, os habitantes locais já especulam nomes para o iminente novo território. De acordo com a revista alemã Spiegel, “O descobrimento”, “Atlantis” e “O melhor” estão entre os apelidos. 

Como nascem as estrelas?


As vezes nos perguntamos, o que é uma estrela ? Mas como surgem as estrelas
  • A estrela é um corpo gasoso, no interior qual ocorrem processos que liberam enorme quantidade de energia.





  • O nascimento das estrelas começa com as enormes nuvens interesterelares no espaço. Essas nuvens possuem massa até 10 milhões maior a massa do nosso Sol!quando algum tipo de perturbação faz com que uma porçáo dessa massa junte, formando o proto-estrelar, que começa a atrair, numa velocidade gigantesca, cada vezmais a massa de gás ao seu redor.                                                                                                                                          
  • Sempre que um corpo tiver massa ele exerce uma força gravitacional sobre outro corpo dotado de  massa. Por meio dessa força  que a massa começa a se contrai. Por causa desse movimento, as molécula de gás se chocam umas com as outras, e a energia desse movimento vai se transformando em calor . O proto-estrela começa a emitir luz embora ainda nao seja ainda uma estrela. A temperatura e a pressão no interior vão aumentando cada vez mais, até que, em algumn momento, as condições de temperatura e pressão favorecem o início de uma reação conhecida como fusão nuclear. Essa reação libera uma enorme quantidade de energia: pronto, nasceu uma estrela.